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quarta-feira, maio 04, 2016

Vigilante é morto a tiros no pátio da Infraero.

O vigilante que atuava prestando serviço de segurança patrimonial da Infraero foi morto com cinco tiros

Vigilante é assassinado a tiros dentro do complexo da Infraero, em Manau


 foto: divulgação

O vigilante Antônio de Oliveira Pinto Júnior, 40, foi assassinado a tiros, na noite dessa terça-feira (3), durante o serviço nas dependências da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), na avenida Santos Dumont, bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus. Os assassinos são dois homens, não identificados. Eles roubaram o carro de Antônio, um Celta preto de placa NOT-0751, e depois atearam fogo.


O carro foi abandonado pelos criminosos na rua Canoa Quebrada, no loteamento Parque Rio Solimões, bairro Tarumã. Um outro veículo, não identificado, dava apoio aos bandidos, informou a polícia.


Policiais militares da 20ª Cicom encontraram o corpo do vigilante na Torre 4 do prédio com marcas de tiros – foto: divulgação

Policiais militares da 20ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) localizaram o corpo ao receberem denúncia anônima sobre dois homens que incendiaram o carro. Moradores conseguiram apagar o fogo. Dentro do veículo foi encontrada o Registro Geral de Antônio. Uma lona suja de sangue estava no porta-malas. Os policiais descobriram o telefone da casa dele e entraram em contato com a mulher do vigilante. Ela informou que ele estava no trabalho. O corpo de Antônio estava no chão do prédio da Torre 4.

A polícia suspeita que o crime ocorreu por volta das 22h. Antônio foi morto com cinco disparos. O revólver dele e a aliança também haviam sido roubados. O vigilante morava no bairro Novo Israel, Zona Norte, e, trabalhava como vigilante por uma empresa terceirizada. O corpo do vigilante foi removido para o Instituto Médico Legal (IML).

Em nota, a Infraero informou que o vigilante atuava em uma área patrimonial da empresa pública, próximo ao aeroporto ‘Eduardinho’. A Infraero aguarda mais informações da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros (DEHS) que abriu inquérito para apurar o caso.

Por Josemar Antunes
Em Tempo

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