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ESCRAVIDÃO

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em 2006 libertou 3.187 pessoas que desenvolviam atividades em situação semelhante a de escravo. O Brasil já contabiliza descobertas de foco de trabalho escravo em 16 Estados. São 192 donos de fazendas ou carvoarias que fazem parte da “lista” do MTE, que divulga o nome das pessoas que exploram mão-de-obra escrava. O Pará é apontado como o Estado que mais importa escravos, com 41 fazendas compondo a "lista suja" (35%), seguido de Tocantins (21%) e Maranhão (16%). A maioria dos trabalhadores libertados saiu de cidades do Maranhão. Desde que o Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo foi criado, em 1995, 8.225 pessoas foram libertadas em 405 estabelecimentos só no Pará. A maioria desenvolvia atividades em carvoarias ou fazendas pecuárias. Das empresas autuadas, mais de 60% são fazendas de criação de gado e outras 12% são carvoarias. Já 50% dos trabalhadores tinham como função cuidar do pasto e 20% desmatavam áreas florestais.

Comentários

  1. oiiiii trabalhar escravo deve ser um desespero humano !!!!!

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  2. E ai Luiz como deve ser trabalhar na escravidão....O filha da p...do patrão toda hora enxendo o saco e tu a cada instante tentando vencer seus próprios obstáculos pra poder miseravelmente se manter em um trabalho que simboliza a realidade do povo brasileiro.....uma verdadeira mer....da !!!!!!!!

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