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Lira escolhe proliferadora de fake news para CCJ e revolta parlamentares

Congresso Nacional

"É inaceitável que uma parlamentar que prolifera fake news, que desrespeita e debocha das normas de combate à Covid-19, sente na cadeira de presidente da CCJ", protestou a deputada Jandira Feghalli, do PCdoB. ""O lugar de Bia Kicis não é na CCJ, é no Conselho de Ética", enfatizou o deputado do PSOL, Marcelo Freixo. São intensas as críticas à indicação da deputada federal bolsonarista Bia Kicis (PSL) para o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) 

92amz/Com Informações do 247

 Bia Kicis (Foto: Reprodução (TV Câmara)) 
 

 "É inaceitável que uma parlamentar que prolifera fake news, que desrespeita e debocha das normas de combate à Covid-19, que trabalha contra a democracia, SENTE NA CADEIRA DE PRESIDENTE DA CCJ!!!!!!!!!" - protestou Jandira Feghalli (PCdoB) pelo Twitter, diante da indicação da bolsonarista Bia Kicis para o comando da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

É inaceitável que uma parlamentar que prolifera fake news, que desrespeita e debocha das normas de combate à Covid-19, que trabalha contra a democracia, SENTE NA CADEIRA DE PRESIDENTE DA CCJ!!!!!!!!! — Jandira Feghali 🇧🇷🚩 (@jandira_feghali) February 3, 2021

O deputado do PSOL Marcelo Freixo foi na mesma linha, também no Twitter: "O lugar de Bia Kicis não é na CCJ, é no Conselho de Ética, sendo alvo de um processo de cassação por quebra de decoro por usar o cargo de deputada para sabotar o combate à pandemia, pedir intervenção militar e disseminar fake news", escreveu.

O lugar de Bia Kicis não é na CCJ, é no Conselho de Ética, sendo alvo de um processo de cassação por quebra de decoro por usar o cargo de deputada para sabotar o combate à pandemia, pedir intervenção militar e disseminar fake news. — Marcelo Freixo (@MarceloFreixo) February 3, 2021

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) é a mais importante da Câmara. É a CCJ que analisa a legalidade de projetos de lei, de propostas de emenda à Constituição, podendo até mesmo segurar denúncias por lacunas jurídicas e barrar o andamento de cassações de parlamentares e processos de impeachment.

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