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terça-feira, outubro 18, 2016

Operação 'FOR ALL' da PF investiga banda Aviões do Forró suspeita de fraudes no imposto de renda.


'FOR ALL'
Operação da PF investiga banda Aviões do Forró, diz Estadão. Segundo o jornal, grupo que administra a banda é suspeito de fraudar o Imposto de Renda e cometer outras irregularidades.
Banda é um dos nomes de maior sucesso no Brasil e acaba de completar 14 anos de carreira (Foto: Reprodução / Facebook)

A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram, na manhã desta terça-feira, a Operação ‘For All’, que investiga a suspeita de fraudes no imposto de renda do grupo empresarial Aviões do Forró, que administra a banda cearense de mesmo nome. As informações foram divulgadas pela Coluna do Estadão, do site d'O Estado de S. Paulo.

De acordo com o Estadão, as investigações apontam que o grupo estaria fornecendo dados falsos ou omitindo informações relevantes na declaração de Imposto de Renda. Com a medida, eles evitariam cobrança de tributos federais. Segundo o jornal, a PF e a Receita apuram indícios também de lavagem de capitais, falsidade ideológica e associação criminosa.

De acordo com o Blog do Eliomar, do jornal O Povo, um dos mais tradicionais de Fortaleza, a operação abrange duas grande produtoras e investigaria uma sonegação total de cerca de R$ 500 milhões. Segundo O Estado de S. Paulo, a banda Aviões do Forró também é alvo da operação, assim como o grupo empresarial, e haveria mandados contra os cantores da banda, Solange Almeida e Xandy Avião. No entanto, segundo o jornal, não há presos na operação.

Ainda de acordo com o Estadão, os investigado são acusados de inserir dados falsos em declarações de Imposto de Renda; não declararem aquisição de veículos e imóveis. Há, ainda, divergências sobre valores pagos a título de distribuição de lucros e dividendos, movimentações bancárias incompatíveis com os rendimentos declarados, pagamentos elevados em espécie, além das diversas variações patrimoniais a descoberto.

Estão sendo cumpridos 32 mandados de condução coercitiva e 44 de busca e apreensão, além de bloqueios de imóveis e veículos de pessoas ligadas ao grupo empresarial, que atua no ramo do entretenimento e administra diversas bandas e casas de shows no Estado.

 

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