Postagem em destaque

Vereador, esposa e filho são amarrados durante assalto em residência

A casa do vereador Daniel Siqueira Neves, conhecido como Daniel dos Estudantes, de 29 anos, localizada no bairro Santa Rita, em Jacundá, no...

pague seguro

Logotipos de meios de pagamento do PagSeguro

Grupo do Blog

sábado, abril 23, 2016

A pergunta que não quer calar: como vai ser o voto da Senadora Vanessa Grazziotin ?

Com a saída do Senador Eduardo Braga do governo Dilma, a expectativa fica em torno da Senadora
 Vanessa Grazziotin, será se ela vai  abandonar o barco aos 45 minutos ou vai morrer junto com o governo.

O voto de Vanessa em Dilma

Única representante do Amazonas a atuar diretamente no processo de impeachment da presidente Dilma, no Senado, a senadora  é também um dos cinco votos declarados pró-Dilma na comissão. Seguindo a linha do seu partido, o PCdoB, Vanessa tem sido desde o início do governo do PT, ao lado da paranaense Gleisi Hoffmann, uma das mais fiéis escudeiras de Lula e Dilma, em qualquer situação. Gleisi, investigada na Lava Jato, também foi escalada para a defesa da presidente na comissão do impeachment.
 BRAGA EM CIMA DO MURO

Ao reassumir o Senado nesta sexta-feira o senador Eduardo Braga (PMDB), sondou assessores sobre a possibilidade de entrar com pedido de licença para tratamento de saúde por 30 dias, período no qual não pode, pelo regimento da Casa, ser substituído pela suplente, Sandra Braga. Caso a medida seja adotada, Eduardo manterá o manto da imunidade parlamentar,
mas deixará o Amazonas desfalcado e o Senado com menos um senador em um momento particularmente delicado para os congressistas, que discutem se aprovam a autorização da Câmara dos Deputados para o início do processo de impeachment contra a presidente Dilma.



Na prática, seria muito cômodo para Braga a licença médica: ao se afastar (juntamente com sua mulher e suplente) da discussão de procedimentos sobre os quais será, inevitavelmente, levado a assumir posições, o senador teria optado por ficar em cima do muro. Assim, longe do plenário, licenciado para tratar da saúde, não se indisporia com a presidente Dilma, mas abandonaria o Amazonas e o País, que esperam mais do que o senador de fato pode oferecer.

JORNAL”VIAJOU”

Ontem o Jornal O Estado de São Paulo, citando o vice-presidente do PMDB, Eliseu Padilha, levantou a tese de que a volta de Eduardo Braga ao Senado reforçaria os esforços do Partido para chegar ao impeachment da presidente Dilma e de que ele, Braga, poderia retornar, num eventual governo Temer, ao Ministério das Minas e Energia. O jornal “viajou”. Primeiro porque Braga não tem capital politico para negociar cargos, nem articulação ou liderança no Senado para reforçar as ações pro-impeachment. Está tão isolado que pode se afastar do Senado (ler tópico anterior), alegando problemas de saúde.

O SEGUNDO TEMPO DO JOGO COMEÇOU

O Senado fechou ontem o prazo para a formação da comissão que irá analisar o processo de autorização de impeachment aprovado pela Câmara dos Deputados. Os 21 membros e seus suplentes estão oficialmente escalados, mas antes de entrarem em campo na próxima segunda-feira para a formalização, a instalação e a eleição do presidente e do relator, o placar do jogo já está em 14 a 5 pró-impeachment, com apenas dois indecisos. O centroavante Romário é um dos que já declarou seu gol para a oposição. O segundo tempo do jogo abre ‘janelas’ para novas acusações contra a presidente Dilma, mas é uma possibilidade ainda em avaliação já que neste momento os senadores não precisarão fundamentar o voto: é só dizer sim ou não.

OPOSIÇÃO FORTALECIDA

Com a situação no Senado se agravando cada vez mais e a oposição fechando a semana ainda mais fortalecida com a declaração de voto pelo impeachment de dois vice-líderes do governo, a presidente Dilma arrefeceu em definitivo, na Assembleia Geral da ONU, o ímpeto de denuncismo de golpe com que saiu do Brasil. Os ‘golpes’ desferidos pela imprensa na situação caótica do país e nos escândalos do seu governo, e o medo de causa ainda mais insatisfação nos ministros do STF, fizeram a presidente discursar ‘dentro do protocolo’.

Fonte Portal do Holanda

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seja bem vindo
que você achou?
Meta o dedo
Deixe seu comentário

Flash