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sexta-feira, abril 01, 2016

Adaias Cardoso Gonçalves indicado pelo Deputado Federal Chapadinha é impedido de assumir o cargo.


Novo Superintendente do Incra é impedido de entrar na sede do órgão
Portões de acesso ao interior da Superintendência foram fechados com cadeados, a informação é do jornal o impacto.




Protestos na sede do Superintendência do Incra em Santarém

A exoneração do Superintendente do INCRA/Santarém, Claudinei Chalito da Silva, que assumiu o órgão em meio a uma crise de corrupção, no mês de setembro de 2015, criou uma crise gravíssima na instituição responsável pela Reforma Agrária.

Na tarde desta sexta-feira (01/04), o recém nomeado a assumir o cargo, Adaias Cardoso Gonçalves, indicado pelo PTN, via deputado federal Chapadinha (PTN), não pode entrar na sede do órgão, localizada na Avenida Presidente Vargas.

Servidores efetivos do Incra realizaram protesto contra a saída ao ex-número Chalito [que é servidor de carreira] trancando as portas das salas e departamentos. Também utilizaram cadeados para fechar portões de acesso ao interior do prédio. Esses mesmos servidores entregaram seus cargos de confiança, pois os mesmos tinham indicados por Cladinei Chalito.

A indicação política, que não levou em consideração os trabalhos iniciados pelo ex-Superintendente, vem causando insatisfação, não somente nos servidores, mas também em diversas entidades da sociedade civil representativas da agricultura familiar, que inclusive já estão se mobilizando, com um abaixo assinado, que foi encaminhado para a presidência do órgão em Brasília, e também para Ministério Público Federal.

Claudinei Chalito da Silva assumiu o cargo no dia 15 de setembro do ano passado, após o então superintendente Luiz Bacelar Guerreiro Junior ter sido preso pela Polícia Federal, na manhã do dia 24 de agosto de 2015, durante a operação “Madeira Limpa”. Bacelar foi exonerado do cargo no dia 26 de agosto de 2015, após ter sido preso acusado de participar de uma quadrilha que praticava o comércio ilegal de madeira no Pará, Amazonas e Santa Catarina.

Até o fechamento desta matéria, várias pessoas de movimentos sociais continuam ocupando uma área na frente do órgão.

Por: Edmundo Baía Júnior

Fonte: RG 15/O Impacto

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