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quarta-feira, junho 05, 2013

Energia paraense ajudará a limpar o ar de Manaus

Domingo (9) será o primeiro teste da energia limpa de Tucuruí para Manaus

 Manuel Dultra

A população de Manaus começará a respirar um ar mais puro graças à energia elétrica gerada pelas águas do Rio Tocantins, no município de Tucuruí, em território paraense. As pouco mais de mil torres do linhão que transportará a energia estarão prontas talvez até julho, fazendo com que as velhas usinas termelétricas, altamente poluentes, da Zona Franca, sejam aposentadas.
Uma das 24 máquinas da usina de Tucuruí, com geração superior a 14 mil MW
(Foto: MDutra)

A linha de transmissão Tucuruí-Macapá-Manaus permitirá a integração dos estados do Amazonas, Amapá e alguns municípios do oeste do Pará ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com aproximadamente 1.800 quilômetros de extensão total em tensões de 500 e 230 kV em circuito duplo, passará por trechos de florestas e atravessa o Rio Amazonas, em Almeirim e Óbidos.


www.blogdosabanunes.com

As populações destes e de outros municípios por onde passa o linhão só terão energia de Tucuruí depois de Manaus, já que as estações de rebaixamento, no percurso, não estão previstas nessa fase do projeto.

Com a novidade, os manauaras terão energia farta e limpa procedente do Pará, cujos habitantes são discriminados por setores da capital do Amazonas, por razões que nem eles sabem explicar. Uma das explicações é que os paraenses que foram atraídos pelos empregos da Zona Franca chegam lá com bom nível de escolaridade e assumem bons empregos, inclusive na política. O hoje senador Eduardo Braga, paraense de Santarém, governou o Amazonas por três vezes, e o ex-prefeito Amazonino Mendes, campeão da discriminação, é filho de um paraense.

Quem sabe, com a energia paraense, os amazonenses analisem o inexplicável. Ou até aumentem o nível do preconceito, fenômeno, aliás, em grande parte ou decorrente do complexo de superioridade ou de inferioridade que, no caso, ninguém sabe a vertente. Os mais radicais, talvez, prefiram usar outras fontes de energia, rsrs.


O caminho do linhão até Manaus
Foto: Adital


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