Postagem em destaque

Com altos níveis de mercúrio no sangue, santarenos estão sob risco de efeitos tóxicos

Professora Doutora, Heloísa avaliou os níveis de concentração de mercúrio no sangue de pessoas que vivem na região de Santarém. Décadas...

Grupo do Blog

terça-feira, outubro 23, 2012

PD adiado por mais um ano



A votação do Plano Diretor de Manaus (PDM), enviado pela Prefeitura como Ante- projeto para ser aprovado pela Câmara Municipal seguindo acordo estipulado pelo Instituto das Cidades, até o dia 3 de novembro, foi adiado por determinação da Justiça, por mais um ano, ficando a responsabilidade de seis meses para a Prefeitura refazer o documento com a participação popular, e mais seis meses para a Camara realizar os estudos, avaliações, analises e a votação final.


Para a Procuradora do Município, Ellen Larissa “a decisão do Ministério Público sobre pedido de suspensão do Ante-Projeto é equivocada, pois o (IMPLURB) realizou 18 reuniões em todas as Zonas de Manaus e a participação popular com apresentação de sugestões de emendas que rendeu, cerca de, 2500 propostas.
O presidente da Câmara Municipal de Manaus, Isaac Tayah (PSD), explicou que “o novo prazo de seis meses estipulado pelo poder legislativo permitirá um estudo amplo, com mais informações e uma decisão final de alto valor para a cidade, mas defendeu a inclusão, nesta discussão dos planos setoriais que não estavam inclusos no documento geral”.


Segundo o presidente da Câmara, que esteve acompanhado pelos vereadores Paulo Nasser (PSC), Presidente da Comissão Geral do Plano, Socorro Sampaio (PP) e Wilker Barreto (PHS) e pelo procurador da Câmara Antonio Barros de Carvalho, “mesmo nos cinco meses em que o documento está na Câmara, foram realizadas reuniões com todas as entidades produtivas, desde Federações a Conselhos de Classe, e com representantes das comunidades dos bairros, produzindo, no primeiro caso, um documento de 220 folhas entregue oficialmente pelo conjunto das lideranças e mais de doze mil (12 mil) sugestões de emendas oriundas das comunidades.


Segundo Isaac Tayáh o primeiro passo da Câmara será agora retornar aos setores que participaram, garantindo a validade das contribuições e a manutenção dos debates nas escolas, nas faculdades, nos movimentos sociais e nas entidades para que o documento seja capaz de corrigir as distorções urbanas e humanas de Manaus e possa ser o construtor da cidade que todos merecem e desejam.


Para o Juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública do Município, Francisco Carlos Queiroz “a decisão judicial é uma forma de melhor organizar um documento muito importante para o bom funcionamento e crescimento de uma cidade e na véspera do aniversário de Manaus o melhor presente que podemos dar é a oportunidade de desenvolvimento consistente e organizado”.
Fonte: Haroldo Furtado
Fotografia: Plutarco Botelho

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seja bem vindo
que você achou?
Meta o dedo
Deixe seu comentário

Flash