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terça-feira, outubro 30, 2012

Amazonino reconhece sua gestão a frente da PMM não foi boa

Prefeito de Manaus concedeu entrevista ao telejornal 'Amazônia TV'.

 "Esta gestão foi onde eu mais trabalhei, dediquei, sofri e mais lutei em toda minha carreira, onde quase morro, foi agora. E incrível, como vocês sabem, a avaliação pública não foi boa". 
Do G1 AM


Prefeito Amazonino Mendes durante entrevista na TV 
(Foto: Andrezza Lifsitch/G1AM)

O prefeito Amazonino Mendes lamentou a má avaliação da gestão dele à frente da Prefeitura de Manaus em entrevista ao telejornal Amazônia TV no fim da manhã desta terça (30).

 "Esta gestão foi onde eu mais trabalhei, dediquei, sofri e mais lutei em toda minha carreira, onde quase morro, foi agora. E incrível, como vocês sabem, a avaliação pública não foi boa".

Amazonino também declarou que a atual gestão na Prefeitura foi, de todas, a que mais se orgulhou em sua trajetória política e disse que acreditava na reflexão do povo sobre as obras que fez para que fosse reeleito. Porém, segundo ele, os problemas cardíacos atrapalharam os planos políticos.





O prefeito ainda relembrou o que considera ser pontos positivos da gestão dele como a criação dos programas sociais como as 'Carretas da Mulher', o 'Bolsa Universidade', 'Leite do Meu Filho', a chegada da nova frota de ônibus da cidade, além da estrutura administrativa fiscal, a qual considera ser uma das mais modernas do país.

Sobre as críticas quanto a não construção das 1.000 creches que teria prometido na campanha eleitoral de 2008 e que se tornou alvo de críticas dos candidatos à Prefeitura neste ano, Amazonino se defendeu. "Interpretaram de forma errada, de propósito. As 1.000 creches que falei eram as mães sociais. Eu não era louco. Nem o Brasil faz tantas. Eu falei isso nos palanques", disse, afirmando ainda que está construindo 5 creches até o fim da gestão.

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Amazonino afirmou também que o sucessor dele, o prefeito eleito Artur Neto (PSDB), vai enfrentar muitos problemas para gerir a cidade. Entre os principais pontos citados estão o fim das obras das Casonas da Saúde, uma solução definitiva para o transporte Executivo ("há desordem no setor, indisciplina, é uma luta louca que o prefeito enfrenta"), modernização das feiras e mercados.

"Tem muita gente em Manaus que se acha dono da cidade. Chega aqui e pensa que pode fazer o que quer. Se chega uma autoridade municipal para organizar o trânsito, por exemplo, ele será a pessoa que mais sofre", protestou Amazonino.

Repetindo críticas feitas no último domingo (28), pouco antes de votar na sede da Sefaz/AM, Amazonino protestou contra a falta de apoio dos Governo Federal e Estadual. "Não há ajuda nenhuma para o sistema viário. O Governo Federal não ajuda nada. É zero! O Governo do Estado muito menos ainda. Acabou a história de ação conjunta. Então, o prefeito tem que lutar muito", disse.

Vida nova

Após ter ficado 27 dias internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde passou por um cateterismo, uma cirurgia no miocárdio e uma angioplastia, Amazonino disse que já sente melhoras no cotidiano.

"Eu estava mesmo mal, mas não tinha noção da gravidade. Só fui saber quando me informaram que as coronárias estavam entupidas e aquilo reduzia muito minha energia, o que me fazia realizar um esforço sobrehumano para trabalhar. Hoje, me sinto bem melhor. Creio que o pior já foi para trás. É uma vida nova. Vamos ver o que vai acontecer.", disse o prefeito.

'Instrumento do povo'

Amazonino Mendes quer ser 'instrumento do povo' nos próximos anos
 (Foto: Tiago Melo/G1 AM)

Sobre o futuro político, Amazonino declarou que pretende sair beijando o povo todos os dias para agradecer o apoio que recebeu durante o tempo que governou Manaus. "Eu tenho que dizer ao povo: Muito obrigado. Vocês são tudo para mim, me deram e fizeram tudo por mim".

Amazonino afirmou que vai ficar à disposição do povo para o que seja necessário. "Eu não quero e nem vou ficar querendo ser isso ou aqui aquilo. Eu desejo ser um instrumento do povo. Com a experiência que possuo e com tudo que vivi, posso enxergar a sociedade de uma forma diferente. Ninguém acumulou tanta experiência. E eu sei quando algo está errado e vai trazer problema para o povo que, às vezes, não enxerga e acaba aplaudindo, como um Cavalo de Tróia", disse. Ele ainda afirmou que pretende fazer mais conferências e realizar mais encontros com os jovens de Manaus.

Amazonino Mendes fica na Prefeitura de Manaus até o dia 31 de dezembro de 2012 quando deixa o cargo para Artur Neto.

Para ler mais notícias do G1 Amazonas, clique em g1.globo.com/amazonas

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