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Fogo consumiu mais de 3 mil m³ de madeira na Assibama

 Por: Sílvia Vieira
Ainda é possível avistar fumaça no terreno da Assibama, onde um incêndio percebido pelos moradores das redondezas por volta das 14h00 de ontem, 18, consumiu cerca de 3 mil m³ de madeira apreendidos em operações da fiscalização do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) na região Oeste do Pará.

O sinistro foi comunicado ao CIOP por moradores da área próximo ao terreno da Assibama, na Avenida 24 de Outubro, bairro do Laguinho, que temiam que as chamas se alastrassem chegando até suas casas.

Somente por volta das 16h00, os primeiros carros do Grupamento do Corpo de Bombeiros chegaram ao local e iniciaram o trabalho de contenção do incêndio. Os esforços se concentraram por toda a noite e parte da manhã desta segunda-feira, 19. Mas de acordo com o subtenente Wanderley, os bombeiros pouco puderam fazer para evitar que as toras de madeira fossem totalmente consumidas pelo fogo, já que elas estavam empilhadas. "A vegetação seca no terreno da Assibama e o sol forte constribuíram para a propagação do fogo. Felizmente as casas próximas não foram atingidas pelo incêndio e não dá pra dizer nesse momento o que pode ter causado o incêndio", disse.

Ainda na noite de domingo, o delegado Gecivaldo Vasconcelos, da Polícia Federal, esteve no local acompanhando o trabalho dos bombeiros e informou à imprensa que todos os procedimentos legais serão adotados para apurar as reais causas do incêndio, já que moradores das proximidades do terreno da Assibama, afirmam ter visto três indivíduos no final da manhã de ontem, embaixo de uma mangueira no local a madeira apreendida estava empilhada.

Na manhã de hoje, o gerente regional do Ibama em Santarém, Hugo Américo Schaeldler, informou que no início deste ano, quando um outro incêndio consumiu 60 toras de madeira no terreno da Assibama, ele solicitou à Justiça Federal que agilizasse o processo de doação da madeira apreendida à secretaria estudual de Meio Ambiente (Sema) ou sua entrega às empresas onde o produto foi apreendido, para que ficassem como fiéis depositárias, uma vez que o terreno onde a madeira estava guardada não possuía segurança.

Agora, o que existe no terreno da Assibama é uma amontoado de carvão e cinzas.


Trabalho dos bombeiros evitou que chamas chegassem até as casas vizinhas ao terreno da Assibama


Toras de madeira viraram um amontoado de carvão



As informações: janelaamazonica.com/

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