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A invasão na cabeceira da pista do aeroporto Eduardo Gomes em Manaus, teve repercussão nacional.

 
Durou menos de oito horas uma invasão de cerca de 150 pessoas em uma área próxima à cabeceira da pista do Aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus (AM). No início da tarde, a Polícia Federal convenceu os invasores a saírem da área, alegando o perigo à segurança dos voos. "Saíram pacificamente, porque explicamos que o acúmulo de restos de comida poderia atrair urubus e até derrubar um avião", disse o delegado Rafael de Bona.

Na semana passada, cerca de 500 pessoas foram retiradas de uma área de proteção ambiental, na zona oeste de Manaus, batizada de José de Alencar, e se espalharam em invasões em oito pontos da cidade, segundo a assessoria da prefeitura. A administração municipal alega que a maioria dos invasores têm casas e estariam tentando "criar um fato político".

Um dos líderes da invasão, Paulinho Silva, disse que eles escolheram a área do aeroporto para tentar chamar a atenção das autoridades, "que sempre passam por ali". "A gente não queria sair, mas entendemos o argumento da polícia, e queríamos agora ficar na frente da prefeitura", disse.

A administração do aeroporto forneceu dois caminhões para retirar as pessoas e os barracos do local, levando os invasores para uma área verde na Avenida do Turismo, a cerca de cinco quilômetros do aeroporto. Segundo a assessoria da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), eles não poderiam deixá-los em frente à prefeitura.
O vereador Elias Emanuel, ingressa logo mais no Ministério Publico Estadual (MPE) contra a Prefeitura Municipal de Manaus, para que acelere a licitação do transporte executivo da cidade amazonense.