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sábado, abril 07, 2018

Servidores da Educação no amazonas vão ter reajuste parcelado.

O reajuste salarial de 27,02% aos servidores da educação do Amazonas foi aprovado em sessão na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM) na tarde desta sexta-feira (6). O valor, que foi proposto pelo governo do Estado, será pago de forma parcelada: março de 2018 (retroativo), setembro de 2018 e abril de 2019.
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Dezoito parlamentares votaram a favor do reajuste: Abdala Fraxe, Adjuto Afonso, Alessandra Campelo, Belarmino Lins, Cabo Maciel, Carlos Alberto, David Almeida, Dermilson Chagas, Dr. Gomes, Josué Neto, Orlando Cidade, Ricardo Nicolau, Sabá Reis, Serafim Corrêa, Sidney Leite, Sinésio Campos (relator), Vicente Lopes e Wanderley Dallas.


Os profissionais da educação vão receber reajuste salarial nos percentuais de 7,41%, a contar de 1º de março de 2018, relativo à soma da revisão geral anual das datas bases de 2017 e 2018, 8,12% a contar de 1º de setembro de 2018, relativo à revisão geral anual da data base de 2015, e 9,38% a contar de 1º de janeiro de 2019, relativo à divisão geral anual da data base de 2016. Esta última foi conquistada a partir da aprovação de emenda coletiva, aprovada a partir de acordo costurado entre o presidente da Aleam e os deputados das bases independente e governista.


No texto original encaminhado pelo governo, a última parcela de 9,38% seria quitada somente em março de 2019. A iniciativa foi recebida com insatisfação pelos profissionais da educação que estavam na Assembleia, desde o início da manhã, para acompanhar a votação. Após uma série de reuniões entre deputados e professores e a chegada da mensagem do governo, por volta das 13h30 desta sexta-feira, o acordo foi firmado e as três entidades representativas da categoria fecharam entendimento favorável aos 27,02%.


Antes de chegar nesse percentual, os professores que estavam sem reajuste salarial há quatro anos, cobraram os 35% de recomposição dados as perdas nesse longo período. A primeira proposta do governo foi de apenas 4,57%, que foi rejeitada pelo comando de greve. A segunda foi de 14,57%, que também recebeu um ano da categoria. Caso a Assembleia não aprovasse nesta sexta-feira, dia 6, o governo estaria impedido, a partir da segunda-feira (9) de conceder reajustes por conta da força da lei das condutas vedadas aos agentes públicos, em ano eleitoral.

( Com informações do Por G1 AM )

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